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A Pousada

Projetos

PARQUE NATURAL: A idéia de um acordo de cooperação para trazer ao Pantanal a experiência acumulada em torno dos Parques Naturais Regionais da França surgiu no início dos anos oitenta.
Em 1998, o Parque Natural Regional do Pantanal foi criado com o objetivo de apoiar a implantação de uma política de proteção e valorização sustentável no Pantanal e criar condições a fim de preservar este modelo de desenvolvimento a outras regiões do Brasil.
O projeto foi implantado no estado do Mato Grosso do Sul e abrange uma superfície de 6 milhões de hectares nos Municípios de Aquidauana, Corumbá, Rio Verde, Rio Negro e Corguinho.Diversos projetos vêm sendo implantados pelo o Instituto do Parque, como por exemplo, o Vitelo Orgânico do Pantanal dentre outros.
A Pousada Aguapé/Fazenda São José é uma das fazendas que faz parte deste projeto desde 2000.
Para mais informações acesse o site www.parqueregionaldopantanal.org.br

PROJETO ARARA AZUL: Em maio de 2000 a Fazenda São José, onde está localizada a Pousada Aguapé, integrou o Projeto Arara-azul com o objetivo de colaborar no processo de conservação do ambiente natural, assegurando a sobrevivência da espécie Anodorhynchus hyacinthinus dentro da sua propriedade rural.
O projeto de preservação das Araras-azuis no Pantanal sul-mato-grossense teve início em 1990, com a bióloga Neiva Maria Robaldo Guedes.
Os principais objetivos do Projeto são de desenvolver estudos de biologia básica, reprodução, comportamento, requerimentos de habitat, manejo e educação ambiental para a conservação da espécie na natureza.
Para mais informações acesse o site:
www2.uniderp.br/projetos/arara.html

CAVALO PANTANEIRO: Em 1535, o Espanhol Pedro de Mendonza, traz consigo os primeiros cavalos para a região, animais de origem ibérica e com sangue predominantemente Bérbere. Neste mesmo ano ele sofre o ataque dos Guaicurus, na altura do Passo dos Guaicurus, perdendo para estes índios a maior parte dos animais. E com este e outros ataques, os índios tomaram posse de diversos animais da mesma origem.

De posse destes primeiros animais, os Guaicurus iniciam a criação e a disseminação do cavalo na região do Pantanal. Mais tarde , através das monções vindas de outros estados acontece o efeito dos cruzamentos destes animais de outras regiões com os já existentes na região do Pantanal, e da seleção natural durante aproximadamente três séculos contínuos.

Surge assim o Cavalo Pantaneiro, animal dotado de extraordinária rusticidade, grande resistência do casco em ambientes úmidos ou alagadiços durante a maior parte do tempo, habilidade para o pastejo de forragens submersas nos períodos de cheias, bem como ao trabalho intenso e contínuo nas condições da pecuária extensiva do Pantanal.
Já na década de 70, estes animais quase chegam à extinção em função dos cruzamentos absorventes com outras raças eqüinas e da disseminação da anemia infecciosa no Pantanal. Em 1972 o Ministério da Agricultura implanta na cidade de Poconé-MT, o Projeto Cavalo Pantaneiro, com a formação de um núcleo central de criação e preservação. Em 1982, a UFMS implanta um núcleo de criação, preservação, pesquisa, melhoramento, e fomento do cavalo pantaneiro. Este núcleo possui alguns exemplares da raça, que além de atenderem às necessidades do ensino, destinam-se sobretudo à pesquisa e ao fornecimento de reprodutores para a formação de novos núcleos de criação.
De 2000 a 2007, a Fazenda São José, onde está localizada a Pousada Aguapé fez parte do Projeto Cavalo Pantaneiro, e até hoje mantém em seus campos alguns exemplares da raça, para apreciação e continuidade da espécie.

PROJETO TAMANDUÁ: Com o intuito de concentrar todas as informações disponíveis sobre as espécies da família Myrmecophagidae, “in situ” e “ex situ”, de desenvolver um plano de ação para conservação de tamanduás no Brasil e de integrar as instituições brasileiras que desenvolvam trabalhos neste sentido, foi gerado Instituto de pesquisa e conservação de tamanduás no Brasil, composto por profissionais que atuam na área de animais selvagens e com experiência no manejo das espécies em questão. Neste entendimento, são desenvolvidos diversos projetos visando a conservação desses animais. Um dos projetos tem como sede a Pousada Aguapé, onde estão sendo desenvolvidas pesquisas com o Tamanduá Bandeira (Myrmecophaga tridactyla) voltadas para medicina da conservação.

VITELO ORGÂNICO DO PANTANAL: O Vitelo Orgânico do Pantanal é um projeto piloto do Instituto do Parque do Pantanal que consiste em bezerros machos ou fêmeas, criados extensivamente em pastagens naturais, que ao desmamar entre sete e doze meses e pesando cerca de 180 kg apresenta uma carne de características organolépticas muito especiais.
É uma carne produzida em total sinergia com a biodiversidade pantaneira, livre de resíduos químicos, com baixo valor calórico e reduzido teor de gordura. O seu rastreamento nas fases de produção, abate, desossa, embalagem e acondicionamento permitem sua certificação internacional como produto orgânico ecologicamente correto.

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